Palestras que Abrem Caminho
Para eventos internos, semanas de cultura, SIPATs e encontros estratégicos. É o início da jornada, e existe para abrir conversas que ainda não aconteceram.
Entrega consciência, linguagem comum e mobilização.
O que faz pessoas competentes entregarem melhor juntas?
A Outrem trata felicidade como estratégia de gestão: a condição que amplia a capacidade humana de aprender, colaborar, confiar e decidir. Ciência da Felicidade aplicada ao trabalho real.
Para CEOs, diretorias, RH e Desenvolvimento Humano
O talento individual está lá. A questão é transformar esse talento em potência coletiva, e isso acontece em um lugar específico: nas conversas do dia a dia, na forma como o grupo decide sob pressão, e no que as pessoas conseguem dizer umas às outras.
Cansaço crônico reduz presença, foco e qualidade das escolhas. O custo aparece na decisão, e não no relatório de horas.
Quando levantar a mão tem custo, a informação importante fica guardada até virar problema.
Sem vínculo, o talento fica isolado dentro da própria área e a empresa perde o que já pagou para ter.
A sequência é causal e corre toda no mesmo nível. O estado condiciona a percepção, a percepção condiciona a decisão, e a decisão é o que aparece no resultado.
Mais energia, presença e repertório emocional para atravessar pressão com a saúde preservada.
Mais clareza para perceber padrões, ler contexto e enxergar o que estava invisível.
Mais alinhamento entre o que se pretende e o que de fato se faz.
Todo conteúdo, produto e experiência da casa se conecta a pelo menos um dos três, e sempre aterrissa no trabalho real.
As empresas nunca serão melhores do que as conversas que acontecem dentro delas.
A tese da Outrem, em uma frase
A fórmula instalada na cultura corporativa diz: trabalhe duro, tenha sucesso, aí você pode estar bem. Shawn Achor, em mais de uma década de pesquisa em Harvard e trabalho em 42 países, encontrou o contrário. Profissionais em estado positivo são mais produtivos, mais criativos e decidem melhor. O estado interno vem antes do desempenho.
Felicidade no trabalho, nessa leitura, é repertório emocional, relações de confiança e práticas culturais que ajudam pessoas e grupos a funcionar melhor, inclusive sob pressão.
A evidência mostra associação forte e consistente na maior parte dos estudos, e testa a direção causal em uma parte menor. O conjunto aponta com firmeza para o mesmo lado, e é honesto chamar isso de convergência.
O custo de não cuidar disso já aparece nos números. Ele só não aparece com esse nome: aparece como afastamento, reposição, retrabalho, meta não batida e talento que saiu sem avisar.
Os dois últimos são diferenças medianas entre o quartil superior e o inferior do banco de dados da Gallup, com mais de 3,3 milhões de trabalhadores em mais de 100 mil equipes. É associação entre grupos, e não efeito de uma intervenção isolada. A Outrem atua sobre as condições que produzem engajamento.
A Deloitte do Reino Unido analisou 36 medições de retorno extraídas de 26 estudos, e separou o resultado por tipo de intervenção.
| Tipo de intervenção em saúde mental no trabalho | Retorno por £1 |
|---|---|
| Universal, alcance de organização inteira | £6,30 |
| Programas de rastreamento | £5,90 |
| Programas de treinamento | £5,00 |
| Terapia individual | £3,30 |
A resposta mais comum do mercado é individual: aplicativo, linha de apoio, sessão subsidiada. São iniciativas legítimas, e são o menor retorno da tabela. Problema que nasce na relação entre as pessoas responde melhor a trabalho coletivo.
Deloitte UK, "Mental health and employers", maio de 2024, com Place2Be e Mind. A média geral do relatório é £4,70. São dados do Reino Unido, em libras. O retorno medido é de intervenções de saúde mental, que não são a mesma coisa que felicidade corporativa. São médias de estudos de ROI publicados, base que tende a favorecer resultado positivo.
O formato vem depois do diagnóstico. Solução padronizada para desafio único é o que faz um programa inteiro não pegar. Em uma conversa de cerca de uma hora, mapeamos quatro coisas.
Onde o potencial individual ainda não vira força coletiva.
Quem precisa ser impactado, e em que momento esse grupo está.
O que o time precisa conseguir dizer e ainda não consegue.
Palestra, laboratório, oficina ou jornada, com profundidade e prazo.
Cada trabalho atravessa as quatro. O que muda é a profundidade e o tempo que cada uma recebe, e isso sai do diagnóstico.
Começamos pela tensão real: onde o potencial individual ainda não vira força coletiva.
Criamos linguagem comum para falar de felicidade, saúde mental, cultura e resultado.
O grupo experimenta novas formas de escuta, conversa, leitura de perfil e colaboração.
Materializamos aprendizados em acordos, sínteses e próximos passos para o trabalho real.
A Outrem trabalha com prazo escrito. O relógio da casa vai do primeiro contato ao material pronto, com teto de dez dias úteis. A data da aplicação é do calendário da sua empresa, e um segundo relógio começa nela.
A curadoria é o que faz o conteúdo falar da realidade do seu time, e não de uma empresa genérica.
Formatos corporativos desenhados para melhorar a forma como pessoas competentes pensam, decidem e entregam juntas. O formato certo sai do diagnóstico, e não do catálogo.
Para eventos internos, semanas de cultura, SIPATs e encontros estratégicos. É o início da jornada, e existe para abrir conversas que ainda não aconteceram.
Entrega consciência, linguagem comum e mobilização.
Palestra e World Café conduzidos para transformar conteúdo em troca aplicada, escuta qualificada e síntese coletiva. O grupo sai com as próprias conclusões.
Entrega inteligência coletiva, perguntas norteadoras e próximos passos.
Vivências de autoconhecimento, perfil e colaboração que tornam visíveis estilos, forças, pontos cegos e padrões do grupo. Com aplicação de MBTI ou Eneagrama 360°.
Entrega leitura de padrões, repertório relacional e práticas de colaboração.
Encontros sequenciais que transformam consciência em prática cotidiana. Entre um e outro, a liderança experimenta, ajusta e chega ao próximo com perguntas nascidas do trabalho real.
Entrega consistência, acompanhamento e mudança de comportamento.
Experiência para mulheres que querem reconhecer sua força, sustentar voz, ampliar impacto e ocupar espaços com mais clareza, vínculo e coragem.
Entrega presença, autoconfiança e repertório emocional aplicado ao trabalho real.
Uma palestra sobre como continuar humano, relevante e inteiro em um mundo que não vai desacelerar. A plateia sai com uma pergunta melhor e uma mudança pequena possível.
Gracy Almeida Veríssimo e Érica Almeida atuam desde 2008 em desenvolvimento humano, facilitação e experiências corporativas. Quem conduz também comunica.
Tem movimento. Lê o grupo, percebe o que precisa acontecer e transforma reflexão em ação possível. Master Trainer em PNL, com quase 20 anos formando líderes e equipes.
Não fala de organizações de fora: tem meta, folha, sócios, cliente, conflito e decisão difícil para tomar. É o que mais aproxima do C-level.
Tem profundidade. Observa padrões, organiza perguntas e cria espaços para que as pessoas compreendam melhor o que sentem, repetem e escolhem.
Na Outrem, transforma conversas em experiências práticas, sensíveis e aplicáveis, com profundidade, leveza e coragem para tocar no que importa.
As duas são também sócias de uma empresa familiar de seguros com 35 anos de história, da qual fazem parte há 22 anos. É onde aplicam na prática, todos os dias, o que ensinam. A sustentação científica do trabalho vem da Ciência da Felicidade, da psicologia positiva, da neurociência do comportamento e da literatura de cultura organizacional. Quem prova é a ciência. Quem conduz é o repertório de facilitação.
Atuamos com empresas, instituições e grupos em momentos de liderança, integração, cultura, comunicação, saúde emocional e desenvolvimento de pessoas.
Depois de uma palestra, laboratório ou oficina, o que mais importa é a conversa que fica. A linguagem que circula. A prática que começa a aparecer nas decisões, nas relações e no jeito de trabalhar junto.
A conversa trouxe presença e aplicação. Saímos com linguagem para usar no dia a dia e com mais clareza sobre como conduzir conversas importantes.
Jurídico · Supervisora de Controladoria
Não ficou no inspiracional. Fez sentido para o nosso contexto e virou referência prática para a forma como a liderança se posiciona e escuta.
Varejo e shopping · Liderança de pessoas
A condução teve presença, clareza e aplicação. A experiência ajudou o grupo a perceber melhor seus movimentos e levar isso para a rotina.
Energia · Desenvolvimento organizacional
Felicidade aqui é capacidade coletiva de entregar melhor: energia, vínculo, saúde emocional, relações e cultura como condições para resultado sustentável. É ciência aplicada ao trabalho real, com prática e continuidade.
Porque resultado sustentável depende do estado humano que o produz. Em um cenário de pressão, mudança e cansaço, pessoas exaustas decidem pior, pessoas inseguras falam menos do que sabem e pessoas desconectadas colaboram menos do que poderiam. Felicidade aplicada ao trabalho real é uma das condições que sustentam energia, clareza, vínculo e entrega.
Conversa diretamente com performance. Clima importa, e não é o centro da proposta. A pergunta estratégica é se as pessoas têm condições humanas, emocionais e relacionais para entregar melhor juntas. Com mais confiança, clareza e segurança emocional, o trabalho flui com menos ruído, menos retrabalho e mais capacidade de decisão.
Crescimento, retenção, pressão, cultura e liderança passam pelo mesmo ponto: como as pessoas funcionam juntas. Quando o talento não circula, a empresa perde potência. Quando as conversas não acontecem, os problemas crescem em silêncio. A Outrem cria linguagem, consciência e práticas para que pessoas competentes pensem melhor, decidam melhor e entreguem melhor juntas.
Engajamento, absenteísmo, retenção, produtividade, colaboração entre áreas, qualidade das conversas, segurança emocional, saúde mental, liderança e consistência da entrega. Energia, vínculo e clareza aparecem na forma como as pessoas decidem, colaboram, permanecem e entregam.
O sinal principal é a empresa terminar com mais clareza sobre o que precisa nomear, conversar e praticar: se o grupo se reconheceu na tensão apresentada, se a conversa saiu do genérico, se surgiram perguntas relevantes e se RH e liderança enxergaram próximos passos possíveis. A experiência funciona quando começa a aparecer na linguagem e nas práticas do grupo.
A palestra abre consciência em 50 minutos a 1h30. O Laboratório de Prática combina palestra e World Café em três horas, para gerar troca e síntese coletiva. As Oficinas aprofundam perfil, comunicação e padrões do grupo em 8h a 16h. A escolha sai do diagnóstico, que é uma conversa de cerca de uma hora e vem antes da proposta.
CEOs, diretorias, RHs, lideranças e grupos estratégicos, principalmente em momentos de mudança, crescimento, integração, pressão por resultado ou necessidade de fortalecer colaboração.
Uma conversa inicial para entender público, contexto, tensão e o formato mais adequado. Dela sai o desenho, e não o contrário.