Felicidade no trabalho não é clima leve. É capacidade coletiva de entregar melhor.

O que faz pessoas competentes entregarem melhor juntas?

A Outrem trata felicidade como estratégia de gestão: a condição que amplia a capacidade humana de aprender, colaborar, confiar e decidir. Ciência da Felicidade aplicada ao trabalho real.

Para CEOs, diretorias, RH e Desenvolvimento Humano

O desafio

Toda empresa que nos procura já contratou gente boa

O talento individual está lá. A questão é transformar esse talento em potência coletiva, e isso acontece em um lugar específico: nas conversas do dia a dia, na forma como o grupo decide sob pressão, e no que as pessoas conseguem dizer umas às outras.

O que acontece

Pessoas exaustas decidem pior

Cansaço crônico reduz presença, foco e qualidade das escolhas. O custo aparece na decisão, e não no relatório de horas.

O que acontece

Pessoas inseguras falam menos do que sabem

Quando levantar a mão tem custo, a informação importante fica guardada até virar problema.

O que acontece

Pessoas desconectadas colaboram menos do que poderiam

Sem vínculo, o talento fica isolado dentro da própria área e a empresa perde o que já pagou para ter.

O que a Outrem move

Três movimentos, nesta ordem

A sequência é causal e corre toda no mesmo nível. O estado condiciona a percepção, a percepção condiciona a decisão, e a decisão é o que aparece no resultado.

01

Sentir melhor

Mais energia, presença e repertório emocional para atravessar pressão com a saúde preservada.

02

Pensar melhor

Mais clareza para perceber padrões, ler contexto e enxergar o que estava invisível.

03

Decidir melhor

Mais alinhamento entre o que se pretende e o que de fato se faz.

Todo conteúdo, produto e experiência da casa se conecta a pelo menos um dos três, e sempre aterrissa no trabalho real.

As empresas nunca serão melhores do que as conversas que acontecem dentro delas.

A tese da Outrem, em uma frase

A lógica está invertida

Não é o resultado que produz felicidade. É a felicidade que sustenta o resultado.

A fórmula instalada na cultura corporativa diz: trabalhe duro, tenha sucesso, aí você pode estar bem. Shawn Achor, em mais de uma década de pesquisa em Harvard e trabalho em 42 países, encontrou o contrário. Profissionais em estado positivo são mais produtivos, mais criativos e decidem melhor. O estado interno vem antes do desempenho.

Felicidade no trabalho, nessa leitura, é repertório emocional, relações de confiança e práticas culturais que ajudam pessoas e grupos a funcionar melhor, inclusive sob pressão.

A evidência mostra associação forte e consistente na maior parte dos estudos, e testa a direção causal em uma parte menor. O conjunto aponta com firmeza para o mesmo lado, e é honesto chamar isso de convergência.

Dados que importam para a decisão

Felicidade também é decisão de negócio

O custo de não cuidar disso já aparece nos números. Ele só não aparece com esse nome: aparece como afastamento, reposição, retrabalho, meta não batida e talento que saiu sem avisar.

20%
De engajamento global em 2025, o nível mais baixo desde 2020. Quatro em cada cinco pessoas no mundo trabalham desengajadas.
Gallup · State of the Global Workplace 2026
10 tri
De dólares em produtividade perdida na economia mundial por baixo engajamento.
Gallup · State of the Global Workplace 2026
23%
Mais lucratividade nas unidades do quartil superior de engajamento.
Meta-análise Q12 da Gallup
78%
Menos absenteísmo nas mesmas unidades.
Meta-análise Q12 da Gallup

Os dois últimos são diferenças medianas entre o quartil superior e o inferior do banco de dados da Gallup, com mais de 3,3 milhões de trabalhadores em mais de 100 mil equipes. É associação entre grupos, e não efeito de uma intervenção isolada. A Outrem atua sobre as condições que produzem engajamento.

Onde o investimento rende mais

O mercado responde individual. O retorno está no coletivo.

A Deloitte do Reino Unido analisou 36 medições de retorno extraídas de 26 estudos, e separou o resultado por tipo de intervenção.

Tipo de intervenção em saúde mental no trabalhoRetorno por £1
Universal, alcance de organização inteira£6,30
Programas de rastreamento£5,90
Programas de treinamento£5,00
Terapia individual£3,30

A resposta mais comum do mercado é individual: aplicativo, linha de apoio, sessão subsidiada. São iniciativas legítimas, e são o menor retorno da tabela. Problema que nasce na relação entre as pessoas responde melhor a trabalho coletivo.

Deloitte UK, "Mental health and employers", maio de 2024, com Place2Be e Mind. A média geral do relatório é £4,70. São dados do Reino Unido, em libras. O retorno medido é de intervenções de saúde mental, que não são a mesma coisa que felicidade corporativa. São médias de estudos de ROI publicados, base que tende a favorecer resultado positivo.

Antes de qualquer proposta

Diagnóstico executivo

O formato vem depois do diagnóstico. Solução padronizada para desafio único é o que faz um programa inteiro não pegar. Em uma conversa de cerca de uma hora, mapeamos quatro coisas.

01

O desafio atual

Onde o potencial individual ainda não vira força coletiva.

02

O público

Quem precisa ser impactado, e em que momento esse grupo está.

03

A conversa que falta

O que o time precisa conseguir dizer e ainda não consegue.

04

O formato

Palestra, laboratório, oficina ou jornada, com profundidade e prazo.

Mapear seu momento atual

Como funciona

Quatro etapas, do estado à prática

Cada trabalho atravessa as quatro. O que muda é a profundidade e o tempo que cada uma recebe, e isso sai do diagnóstico.

01

Nomear

Começamos pela tensão real: onde o potencial individual ainda não vira força coletiva.

02

Abrir

Criamos linguagem comum para falar de felicidade, saúde mental, cultura e resultado.

03

Praticar

O grupo experimenta novas formas de escuta, conversa, leitura de perfil e colaboração.

04

Sustentar

Materializamos aprendizados em acordos, sínteses e próximos passos para o trabalho real.

O que acontece depois do sim

Dez dias do contato ao material pronto

A Outrem trabalha com prazo escrito. O relógio da casa vai do primeiro contato ao material pronto, com teto de dez dias úteis. A data da aplicação é do calendário da sua empresa, e um segundo relógio começa nela.

Relógio da Outrem · teto de dez dias úteis
D+0
Contato
D+2
Diagnóstico
D+3
Proposta e agenda
D+5
Aceite e contrato
até D+10
Curadoria do conteúdo
A partir da aplicação · data do seu calendário
A+0
Aplicação e avaliação
A+2
Devolutiva
A+3
Retorno e próximos passos

A curadoria é o que faz o conteúdo falar da realidade do seu time, e não de uma empresa genérica.

Experiências

Do talento individual à potência coletiva

Formatos corporativos desenhados para melhorar a forma como pessoas competentes pensam, decidem e entregam juntas. O formato certo sai do diagnóstico, e não do catálogo.

01Impacto50 min a 1h30

Palestras que Abrem Caminho

Para eventos internos, semanas de cultura, SIPATs e encontros estratégicos. É o início da jornada, e existe para abrir conversas que ainda não aconteceram.

Entrega consciência, linguagem comum e mobilização.

02Ativação3 horas

Laboratório de Prática

Palestra e World Café conduzidos para transformar conteúdo em troca aplicada, escuta qualificada e síntese coletiva. O grupo sai com as próprias conclusões.

Entrega inteligência coletiva, perguntas norteadoras e próximos passos.

03Profundidade8h a 16h

Oficinas de Potencial Coletivo

Vivências de autoconhecimento, perfil e colaboração que tornam visíveis estilos, forças, pontos cegos e padrões do grupo. Com aplicação de MBTI ou Eneagrama 360°.

Entrega leitura de padrões, repertório relacional e práticas de colaboração.

04ContinuidadePercursos

Jornadas de Cultura Viva

Encontros sequenciais que transformam consciência em prática cotidiana. Entre um e outro, a liderança experimenta, ajusta e chega ao próximo com perguntas nascidas do trabalho real.

Entrega consistência, acompanhamento e mudança de comportamento.

05Contexto feminino50 min a 3h

Potência Feminina em Presença

Experiência para mulheres que querem reconhecer sua força, sustentar voz, ampliar impacto e ocupar espaços com mais clareza, vínculo e coragem.

Entrega presença, autoconfiança e repertório emocional aplicado ao trabalho real.

Palestra foco 2026

Felicidade é Competência de Futuro

Uma palestra sobre como continuar humano, relevante e inteiro em um mundo que não vai desacelerar. A plateia sai com uma pergunta melhor e uma mudança pequena possível.

Tese
Felicidade no trabalho é repertório humano em movimento: a capacidade de atravessar pressão, mudança e incerteza mantendo presença, vínculo, aprendizagem e sentido.
Pergunta que atravessa
Como continuar humano, relevante e inteiro em um mundo que não vai desacelerar?
Para quem
CEOs, empresários, executivos, RHs e lideranças que querem fortalecer performance, colaboração e saúde emocional mantendo resultado e experiência humana na mesma frase.
Formato
Palestra de 50 minutos a 1h30, ou versão expandida com conversa aplicada.
Eixo
Ciência da Felicidade aplicada ao trabalho real: mentalidade, vínculo, energia e performance sustentável.
Próximo passo
Briefing para entender contexto, público, tensão e objetivo do encontro.

Agendar conversa

Condução da palestra em evento corporativo
Quem conduz

São diferentes, e é isso que as torna completas

Gracy Almeida Veríssimo e Érica Almeida atuam desde 2008 em desenvolvimento humano, facilitação e experiências corporativas. Quem conduz também comunica.

Gracy Almeida Veríssimo

Gracy Almeida Veríssimo

Cofundadora

Tem movimento. Lê o grupo, percebe o que precisa acontecer e transforma reflexão em ação possível. Master Trainer em PNL, com quase 20 anos formando líderes e equipes.

Não fala de organizações de fora: tem meta, folha, sócios, cliente, conflito e decisão difícil para tomar. É o que mais aproxima do C-level.

Felicidade aplicadaSaúde mentalCulturaPresença
Érica Almeida

Érica Almeida

Cofundadora

Tem profundidade. Observa padrões, organiza perguntas e cria espaços para que as pessoas compreendam melhor o que sentem, repetem e escolhem.

Na Outrem, transforma conversas em experiências práticas, sensíveis e aplicáveis, com profundidade, leveza e coragem para tocar no que importa.

LiderançaComunicaçãoVínculoPrática

As duas são também sócias de uma empresa familiar de seguros com 35 anos de história, da qual fazem parte há 22 anos. É onde aplicam na prática, todos os dias, o que ensinam. A sustentação científica do trabalho vem da Ciência da Felicidade, da psicologia positiva, da neurociência do comportamento e da literatura de cultura organizacional. Quem prova é a ciência. Quem conduz é o repertório de facilitação.

Érica Almeida e Gracy Almeida Veríssimo, cofundadoras da Outrem
Quem confia na gente

Experiência em diferentes culturas, ritmos e contextos

Atuamos com empresas, instituições e grupos em momentos de liderança, integração, cultura, comunicação, saúde emocional e desenvolvimento de pessoas.

PetrobrasValeFiocruzVolkswagen L'OréalNissanMultiplanEnel CSNClube de Regatas
do Flamengo
Warner ChappellBenteler StoneIpirangaLuxpertsGurumê
Ecos da Outrem

O que continua depois da experiência

Depois de uma palestra, laboratório ou oficina, o que mais importa é a conversa que fica. A linguagem que circula. A prática que começa a aparecer nas decisões, nas relações e no jeito de trabalhar junto.

A conversa trouxe presença e aplicação. Saímos com linguagem para usar no dia a dia e com mais clareza sobre como conduzir conversas importantes.

Jurídico · Supervisora de Controladoria

Não ficou no inspiracional. Fez sentido para o nosso contexto e virou referência prática para a forma como a liderança se posiciona e escuta.

Varejo e shopping · Liderança de pessoas

A condução teve presença, clareza e aplicação. A experiência ajudou o grupo a perceber melhor seus movimentos e levar isso para a rotina.

Energia · Desenvolvimento organizacional
Perguntas que costumam aparecer

O que a diretoria quer saber antes de decidir

A Outrem fala de felicidade de um jeito motivacional?

Felicidade aqui é capacidade coletiva de entregar melhor: energia, vínculo, saúde emocional, relações e cultura como condições para resultado sustentável. É ciência aplicada ao trabalho real, com prática e continuidade.

Por que felicidade no trabalho deveria entrar na agenda agora?

Porque resultado sustentável depende do estado humano que o produz. Em um cenário de pressão, mudança e cansaço, pessoas exaustas decidem pior, pessoas inseguras falam menos do que sabem e pessoas desconectadas colaboram menos do que poderiam. Felicidade aplicada ao trabalho real é uma das condições que sustentam energia, clareza, vínculo e entrega.

Isso conversa com performance ou é pauta de clima?

Conversa diretamente com performance. Clima importa, e não é o centro da proposta. A pergunta estratégica é se as pessoas têm condições humanas, emocionais e relacionais para entregar melhor juntas. Com mais confiança, clareza e segurança emocional, o trabalho flui com menos ruído, menos retrabalho e mais capacidade de decisão.

Como isso se conecta aos desafios atuais da empresa?

Crescimento, retenção, pressão, cultura e liderança passam pelo mesmo ponto: como as pessoas funcionam juntas. Quando o talento não circula, a empresa perde potência. Quando as conversas não acontecem, os problemas crescem em silêncio. A Outrem cria linguagem, consciência e práticas para que pessoas competentes pensem melhor, decidam melhor e entreguem melhor juntas.

Quais indicadores uma experiência da Outrem pode impactar?

Engajamento, absenteísmo, retenção, produtividade, colaboração entre áreas, qualidade das conversas, segurança emocional, saúde mental, liderança e consistência da entrega. Energia, vínculo e clareza aparecem na forma como as pessoas decidem, colaboram, permanecem e entregam.

Como a empresa saberá se a experiência funcionou?

O sinal principal é a empresa terminar com mais clareza sobre o que precisa nomear, conversar e praticar: se o grupo se reconheceu na tensão apresentada, se a conversa saiu do genérico, se surgiram perguntas relevantes e se RH e liderança enxergaram próximos passos possíveis. A experiência funciona quando começa a aparecer na linguagem e nas práticas do grupo.

Qual formato escolher: palestra, laboratório ou oficina?

A palestra abre consciência em 50 minutos a 1h30. O Laboratório de Prática combina palestra e World Café em três horas, para gerar troca e síntese coletiva. As Oficinas aprofundam perfil, comunicação e padrões do grupo em 8h a 16h. A escolha sai do diagnóstico, que é uma conversa de cerca de uma hora e vem antes da proposta.

Para qual público a experiência faz mais sentido?

CEOs, diretorias, RHs, lideranças e grupos estratégicos, principalmente em momentos de mudança, crescimento, integração, pressão por resultado ou necessidade de fortalecer colaboração.

O próximo passo

Vamos desenhar uma experiência para o momento da sua empresa?

Uma conversa inicial para entender público, contexto, tensão e o formato mais adequado. Dela sai o desenho, e não o contrário.

Comercial e conteúdo
erica.almeida@outrem.com.br
Institucional e parcerias
gk.almeida@outrem.com.br